
"La mayoría de las cosas que he escrito entran en el dominio de lo fantástico, y entonces, lo fantático me llega a mí de una manera tambiém fantástica, me asalta digamos en un café, en la calle, en el metro, en la cama, caminando, me pongo a escribir esa situación y digamos que el cuento después se escribe a sí mismo. Yo tengo un poco de vergüenza de firmar mis cuentos porque no estoy muy seguro de ser autor, pienso a veces que soy un médium", assim diz certa vez Julio Cortázar.
Andar pelas ruas de Buenos Aires é cruzar com esse espírito literário de Cortázar, alma da prosa de Borges, com o drama e a sensualidade do tango de Gardel. A cidade não um ponto específico que soe fantástico. O clima da cidade é o fantástico. A charla nos cafés. O caminhar sem pressa. O tango nas ruas do pitoresco bairro da La Boca. O papo com o garçom, que na maioria das vezes é mesmo garçon de 10 anos atrás, que sabe o que você gosta de comer e até o que vocês gosta de conversar.
Buenos Aires é uma cidade para sonhar.
Andar pelas ruas de Buenos Aires é cruzar com esse espírito literário de Cortázar, alma da prosa de Borges, com o drama e a sensualidade do tango de Gardel. A cidade não um ponto específico que soe fantástico. O clima da cidade é o fantástico. A charla nos cafés. O caminhar sem pressa. O tango nas ruas do pitoresco bairro da La Boca. O papo com o garçom, que na maioria das vezes é mesmo garçon de 10 anos atrás, que sabe o que você gosta de comer e até o que vocês gosta de conversar.
Buenos Aires é uma cidade para sonhar.